Por Elva Vieira (elvavieira@mail.com)
Ah se vocês soubessem a RAIVA que eu tenho da burocracia do Brasil!
O Supremo Tribunal Federal pregou uma peça na imprensa brasileira no dia primeiro de abril! Esperávamos que essa novela da atualizaçao da lei de imprensa e da obrigatoriedade do diploma de jornalista fossem resolvidas ontem, e advinha? Prorrogaram tudo! Já estávamos com os olhinhos brilhando a espera de uma mudança, mas nos enganaram. Quanta palhaçada, minha gente.
Quero deixar claro que eu sou a favor do obrigatoriedade do diploma, da importância da universidade na formação crítica e profissional do jornalista e da atualização da lei de imprensa que, pasmem vocês, fora criada na época da ditadura militar (agora imaginem as pérolas que existem nessa lei).
E outra! A deleacia regional do trabalho está com a minha carteira de trabalho para fazer o registro de jornalista há mais de um mês. Liguei há pouco para o Sindicato de Jornalistas do Pará, a fim de pedir minha carteira de volta, pois esta história já tem mais de mês. Informaram que o meu registro e de outros jornalistas não ficaram prontos no tempo previsto (15 dias) simplesmente pelo fato da maioria dos trabalhadores lá estarem de FÉRIAS. Isso aí, o mundo tem que parar pq os servidores bonitinhos estão de férias.
E ontem, durante a aula de mestrado, o Prof estava explicando como é feita a avaliação da Capes para as atividades de pesquisa, de formação e produção intelectual para teses e dissertações. Um estratégia consensual e nada cautelosa que tratam de certos assuntos considerados como interdisciplinares como dispersos e desconsiderados. Entre eles estão as pesquisas em relação aos meios de comunicação.
Ai que ótimo, que maravilha, que beleza! Me desculpem a franqueza, mas acho que o governo não faz questão de brasileiros pensantes. No entando, sejamos persistentes!
Da próxima vez elejam as putas pq os filhos delas não resolvem nada!
Leia Mais:
Após quatro horas, STF adia julgamento sobre Lei de Imprensa (Estadão)
Estudantes protestam em defesa do diploma de jornalista em Brasília (Diário de Canoas)
Ah se vocês soubessem a RAIVA que eu tenho da burocracia do Brasil!
O Supremo Tribunal Federal pregou uma peça na imprensa brasileira no dia primeiro de abril! Esperávamos que essa novela da atualizaçao da lei de imprensa e da obrigatoriedade do diploma de jornalista fossem resolvidas ontem, e advinha? Prorrogaram tudo! Já estávamos com os olhinhos brilhando a espera de uma mudança, mas nos enganaram. Quanta palhaçada, minha gente.
Quero deixar claro que eu sou a favor do obrigatoriedade do diploma, da importância da universidade na formação crítica e profissional do jornalista e da atualização da lei de imprensa que, pasmem vocês, fora criada na época da ditadura militar (agora imaginem as pérolas que existem nessa lei).
E outra! A deleacia regional do trabalho está com a minha carteira de trabalho para fazer o registro de jornalista há mais de um mês. Liguei há pouco para o Sindicato de Jornalistas do Pará, a fim de pedir minha carteira de volta, pois esta história já tem mais de mês. Informaram que o meu registro e de outros jornalistas não ficaram prontos no tempo previsto (15 dias) simplesmente pelo fato da maioria dos trabalhadores lá estarem de FÉRIAS. Isso aí, o mundo tem que parar pq os servidores bonitinhos estão de férias.
E ontem, durante a aula de mestrado, o Prof estava explicando como é feita a avaliação da Capes para as atividades de pesquisa, de formação e produção intelectual para teses e dissertações. Um estratégia consensual e nada cautelosa que tratam de certos assuntos considerados como interdisciplinares como dispersos e desconsiderados. Entre eles estão as pesquisas em relação aos meios de comunicação.
Ai que ótimo, que maravilha, que beleza! Me desculpem a franqueza, mas acho que o governo não faz questão de brasileiros pensantes. No entando, sejamos persistentes!
Da próxima vez elejam as putas pq os filhos delas não resolvem nada!
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